ENTREVISTA
31/01/2017    Por João Felipe Cândido
Giovanni Marins Cardoso
Para Giovanni Marins Cardoso, sócio fundador da Mondial, o ano de 2017 tem tudo para ser o início da retomada e do crescimento do mercado brasileiro. Em entrevista exclusiva à Viva S/A, o executivo e morador de Alphaville, bairro onde está localizada a sede administrativa da companhia, antecipa que está confiante nos novos rumos da economia e pretende fechar o ano com crescimento acima dos dois dígitos. Prova disso é o fato de ter começado janeiro contratando mais 100 funcionários para ampliar a produção da fábrica da empresa, em Manaus.
foto: Tárik Santiago

A Mondial iniciou sua operação em 2000 e se tornou uma das maiores empresas de eletroportáteis do País, líder em vários segmentos como o da ventilação, liquidificadores, espremedores de fruta, fritadeiras, sanduicheiras, grills e DVD’s. A gestão da companhia, que emprega cerca de três mil funcionários, é compartilhada entre o executivo Giovanni Marins Cardoso, 54, e outro sócio Alberto Baggiani, também morador de Alphaville. Cardoso é formado em Engenharia Eletrônica com especialização em Marketing. Casado e pai de duas filhas, nas horas de lazer entre seus hobbies, joga futebol com seus amigos e vizinhos de condomínio. Avesso a entrevistas, o executivo aceitou receber a reportagem na sede administrativa da Mondial, em Alphaville, no moderno showroom da marca, e falou sobre diversos assuntos. Acompanhe, a seguir, os melhores momentos.

No fim de 2016, pela segunda vez consecutiva, Barueri foi apontada pela revista EXAME como a melhor cidade do Brasil para realizar negócios. Atualmente, a Mondial possui fábricas em outros Estados brasileiros. O que motivou a companhia a estabelecer sua sede administrativa em Barueri, precisamente no bairro Alphaville?
Barueri faz parte do maior centro de decisão do Brasil, que é a Grande São Paulo. A cidade oferece proximidade aos aeroportos e concentra potenciais clientes, fornecedores e bancos. O Brasil gira em torno de São Paulo, onde acontecem os grandes eventos e feiras. Além da proximidade à capital, Barueri possui qualidade de vida, segurança, fácil acesso e lazer. Que município com 240 mil habitantes concentra três grandes centros de compras? (Shoppings Iguatemi, Tamboré e Parque Shopping). Foram esses detalhes que fizeram a diferença para estabelecermos o nosso head office na cidade. 

Qual é o quadro de funcionários da Mondial atualmente no Brasil e quantos trabalham somente na sede administrativa, localizada em Alphaville?
Geramos três mil empregos diretos e aproximadamente dez mil empregos indiretos. Apenas na sede administrativa, em Barueri, trabalham cerca de 400 pessoas, ocupando dois andares de um edifício comercial. Conseguimos gerenciar as demais unidades diretamente de nossa sede administrativa. Vale ressaltar que temos duas unidades na China, uma em Guangzhou e outra em Ningbo. A companhia também possui um Centro de Apoio de Serviços em Araçariguama. Nosso maior complexo industrial fica na cidade de Conceição do Jacuípe, na Bahia, numa área total de 241 mil metros quadrados de área total, sendo 91 mil metros de área construída. A cidade de Conceição do Jacuípe era tipicamente agrícola onde a maioria das pessoas trabalhava no campo, e que agora têm a oportunidade de atuar na indústria, uniformizados, horários definidos, recebendo treinamentos, carteira assinada, férias e demais direitos trazendo renda e mais qualidade de vida à população local. Com a chegada da fábrica da Mondial, que hoje emprega mais de dois mil e duzentos funcionários da localidade, aconteceu uma evolução social e econômica naquela região. Logo surgiram os mercadinhos, lojas de roupas e vestuários, lojas de motocicleta e comércio em geral. A Mondial é a maior empregadora da região – cerca de 40% da mão de obra ativa da cidade. Inauguramos uma fábrica em Manaus recentemente e, no início de janeiro, contratamos mais 100 funcionários, pois estamos ampliando a fabricação de produtos na linha de informática, tablets infantis, bem como a linha de aparelhos de som e a linha de DVD.

De que maneira o senhor avalia a confiança do consumidor?
O País tem vivido uma forte recessão econômica nos últimos três anos. Aos poucos, o índice de confiança do consumidor e do empresariado tem aumentado. Atingimos “o fundo do poço” e, de agora em diante, o Brasil voltará a crescer. Um exemplo? Todos os analistas econômicos já apontam que vamos ter neste ano um PIB positivo, com leve retomada dos empregos no segundo semestre de 2017. Os bons e melhores índices poderão ser observados de maneira acentuada a partir de 2018 e 2019. Por enquanto, o nível de desemprego continua alto, no entanto, creio que com as reformas que estão sendo realizadas, a economia começa a ficar mais organizada. Mesmo com a crise, a Mondial se saiu bem, crescemos aproximadamente entre 4 a 5%, exceto nas linhas de climatização devido a sazonalidade não favorável. Para 2017 nós estamos otimistas, a equipe focada em resultados, as fábricas bem organizadas para suprir a demanda. Estamos bem estruturados, e vamos enfrentar o mercado com confiança. Acreditamos ser possível terminar o ano acima dos dois dígitos de crescimento.

Que prognóstico o senhor faz do governo Temer nesses primeiros meses de mandato?
Esse governo assumiu o País diante de uma situação complicada. Crise de confiança, econômica e política, tudo ao mesmo tempo. A equipe econômica escalada é de alto nível e agora estão tentando acertar a questão política, para possibilitar também a aprovação de outras necessárias reformas estruturantes. Basta observar que a inflação já esta ancorada, a taxa de juros começa a ser reduzida, o plano de limite de gastos pelo teto dos Estados já foi aprovado. Tem agora outras reformas para ser feitas, a exemplo da Reforma da Previdência. Outras reformas cruciais estão em andamento. Se forem aprovadas e implantadas, nós vamos ter alicerçado uma boa base para aumentar ainda mais o nível de confiança desta forma, os empresários irão investir mais e o Brasil vai voltar a crescer. Temos tudo para crescer e se desenvolver.

Não é muito cedo para tanto otimismo?
Veja bem, nós temos hoje no Brasil uma população de 207 milhões de pessoas. No Uruguai, por exemplo, são três milhões e quatrocentas. Nós somos quase 60 vezes maiores que o Uruguai. Só para termos uma ideia do potencial do País, seria necessário juntar a Espanha, com quase 47 milhões de habitantes, a França, com pouco mais de 66 milhões e a Alemanha, com 80 milhões de pessoas, para chegar perto da população do Brasil. Hoje, existem 66 milhões de residências eletrificadas, sem contar as um bilhão e duzentas mil tomadas esperando para ligar um produto – espero que sejam os nossos (risos). Somos o segundo maior produtor de minério de ferro do mundo. Somos um País riquíssimo em recursos naturais, com a maior área cultivável do mundo. Nossa região Centro-Oeste, por exemplo, produz soja o ano todo.

Mesmo com tantas novas datas comemorativas criadas pelo comércio, como o “Dia da Mulher”, o “Dia do Homem” e “Black Friday”, no que se refere a vendas, o Natal ainda é a época de maior representatividade para a Mondial?
Temos ciclos de vendas. Começamos pelo Dia das Mães, depois o Dia dos Pais, Black Friday e Natal. Não diria que somente o Natal represente o crescimento no volume das vendas, mas o período do Natal, que começa a partir do pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário. Na sequência já vem o Black Friday, a segunda parcela do décimo terceiro e daí, sim, o Natal. Sem dúvida alguma esse é o período em que as vendas mais aumentam.

Quantos produtos fazem parte do portfólio da Mondial?
São mais de 300 produtos em linha, divididos em cinco segmentos: ventilação, eletrônicos, ferramentas, cuidados pessoais e portáteis. Hoje, dentro da linha de cuidados pessoais, as escovas alisadoras têm feito sucesso. Estamos lançando o ventilador com repelência líquida. Será o produto mais inovador na linha de climatização. O ventilador terá o repelente líquido inserido em sua base, ao ligar o aparelho, o repelente evapora, sobe até a hélice, que irá projetar o repelente a uma distância de até doze metros. As novidades não param de surgir.

O hábito de consumo do brasileiro tem mudado. Hoje, as pessoas costumam comparar os preços dos produtos pelo computador ou smartphone. Depois experimentam na loja, e muitas acabam finalizando a compra pela internet. O futuro do varejo será a experiência combinada?
Sem dúvida alguma. Atualmente, o e-commerce representa 16% do nosso negócio e vem crescendo. O Brasil é um País que tem aproximadamente mais de 20 mil lojas que oferecem os nossos produtos, seja numa grande varejista de eletromóveis, supermercado, hipermercado, home center, lojas de presentes entre outros. O hipermercado e supermercado são canais ao qual as pessoas precisam ir semanalmente para comprar seus alimentos etc., e hoje quase todos possuem um setor de eletroportáteis. Existe a tendência de o consumidor adquirir esses produtos numa loja física porque são leves, pequenos e são retirados na própria loja, é praticamente uma compra por impulso. Já na internet é algo mais planejado. O eletroportátil é de compra por impulso, você passa, observa se tem necessidade e compra. Isso acontece muito mais na loja física. O canal internet e loja física se complementam. As próprias lojas estão se modernizando, ainda mais agora em que alguns sites estão possibilitando que o cliente compre pela internet e retire na loja mais próxima. A questão da internet é que a maioria das empresas de e-commerce não estão conseguindo ser lucrativas, porque principalmente no Brasil o custo logístico ainda é muito alto.

Qual o público-alvo da marca?
Nosso público-alvo não é o A, B, C, ou D. É a classe G, de gente. Nossa marca oferece por exemplo liquidificadores de 80 até 200 reais. Trabalhamos para ter produtos que atendam o maior número de clientes. O esforço é geral; se chove em uma região, o sol abre em outra. Procuramos ter uma visão horizontal, trabalhando em todas as regiões, atendendo a todos os nichos, para ter uma empresa bem consolidada e sustentável. Isso dá trabalho, mas compensa. Nosso propósito consiste em ter uma linha de produtos bem posicionada, com excelência no design e melhor relação custo/benefício. Sempre buscamos estar muito próximos do cliente para acompanhar suas necessidades. Nosso pós-venda funciona. Se ligar para o SAC da Mondial, você será atendido, inclusive aos sábados. Temos cobertura de 70 horas por semana, a maior do Brasil, além de uma rede com mais de mil postos que disponibilizam assistência técnica. Somos uma marca classificada pelo Reclame Aqui como RA1000 e recentemente conquistamos, pelos votos dos consumidores, o terceiro lugar no segmento como a empresa considerada destaque em serviços prestados ao consumidor final.

No que diz respeito à exportação, onde estão as melhores oportunidades comerciais atualmente?
Começamos um trabalho focado de exportação nos últimos quatro anos. Hoje, marcamos presença em vários países. Temos escritório na Espanha, estamos organizando nossa participação nos Emirados Árabes, África do Sul e Europa. Já vendemos na Espanha e Portugal. Na América Latina, estamos no Paraguai, Argentina, Uruguai, Bolívia, Colômbia, Panamá e Costa Rica. Nos Estados Unidos, que é um mercado extremamente competitivo, temos um distribuidor na Flórida. Temos mais de cinquenta funcionários na China que trabalham no desenvolvimento de produtos e componentes. A maioria dos artigos é oriunda de fabricação nacional, no entanto, a China tem uma grande participação. No resto do mundo existem poucas fábricas de eletroportáteis. Nos Estados Unidos, praticamente não existem mais fábricas desse segmento. Nosso objetivo é expandir cada vez mais os nossos produtos no Brasil e também para os demais mercados mundiais.

Complexo Industrial e logístico da Mondial em Conceição do Jacuípe (BA): 240 mil metros quadrados de área total e 91 mil de área construída

De que maneira o senhor avalia a confiança do consumidor?
O País tem vivido uma forte recessão econômica nos últimos três anos. Aos poucos, o índice de confiança do consumidor e do empresariado tem aumentado. Atingimos “o fundo do poço” e, de agora em diante, o Brasil voltará a crescer. Um exemplo? Todos os analistas econômicos já apontam que vamos ter neste ano um PIB positivo, com leve retomada dos empregos no segundo semestre de 2017. Os bons e melhores índices poderão ser observados de maneira acentuada a partir de 2018 e 2019. Por enquanto, o nível de desemprego continua alto, no entanto, creio que com as reformas que estão sendo realizadas, a economia começa a ficar mais organizada. Mesmo com a crise, a Mondial se saiu bem, crescemos aproximadamente entre 4 a 5%, exceto nas linhas de climatização devido a sazonalidade não favorável. Para 2017 nós estamos otimistas, a equipe focada em resultados, as fábricas bem organizadas para suprir a demanda. Estamos bem estruturados, e vamos enfrentar o mercado com confiança. Acreditamos ser possível terminar o ano acima dos dois dígitos de crescimento.

Que prognóstico o senhor faz do governo Temer nesses primeiros meses de mandato?
Esse governo assumiu o País diante de uma situação complicada. Crise de confiança, econômica e política, tudo ao mesmo tempo. A equipe econômica escalada é de alto nível e agora estão tentando acertar a questão política, para possibilitar também a aprovação de outras necessárias reformas estruturantes. Basta observar que a inflação já esta ancorada, a taxa de juros começa a ser reduzida, o plano de limite de gastos pelo teto dos Estados já foi aprovado. Tem agora outras reformas para ser feitas, a exemplo da Reforma da Previdência. Outras reformas cruciais estão em andamento. Se forem aprovadas e implantadas, nós vamos ter alicerçado uma boa base para aumentar ainda mais o nível de confiança desta forma, os empresários irão investir mais e o Brasil vai voltar a crescer. Temos tudo para crescer e se desenvolver.

Não é muito cedo para tanto otimismo?
Veja bem, nós temos hoje no Brasil uma população de 207 milhões de pessoas. No Uruguai, por exemplo, são três milhões e quatrocentas. Nós somos quase 60 vezes maiores que o Uruguai. Só para termos uma ideia do potencial do País, seria necessário juntar a Espanha, com quase 47 milhões de habitantes, a França, com pouco mais de 66 milhões e a Alemanha, com 80 milhões de pessoas, para chegar perto da população do Brasil. Hoje, existem 66 milhões de residências eletrificadas, sem contar as um bilhão e duzentas mil tomadas esperando para ligar um produto – espero que sejam os nossos (risos). Somos o segundo maior produtor de minério de ferro do mundo. Somos um País riquíssimo em recursos naturais, com a maior área cultivável do mundo. Nossa região Centro-Oeste, por exemplo, produz soja o ano todo.

Mesmo com tantas novas datas comemorativas criadas pelo comércio, como o “Dia da Mulher”, o “Dia do Homem” e “Black Friday”, no que se refere a vendas, o Natal ainda é a época de maior representatividade para a Mondial?
Temos ciclos de vendas. Começamos pelo Dia das Mães, depois o Dia dos Pais, Black Friday e Natal. Não diria que somente o Natal represente o crescimento no volume das vendas, mas o período do Natal, que começa a partir do pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário. Na sequência já vem o Black Friday, a segunda parcela do décimo terceiro e daí, sim, o Natal. Sem dúvida alguma esse é o período em que as vendas mais aumentam.

Quantos produtos fazem parte do portfólio da Mondial?
São mais de 300 produtos em linha, divididos em cinco segmentos: ventilação, eletrônicos, ferramentas, cuidados pessoais e portáteis. Hoje, dentro da linha de cuidados pessoais, as escovas alisadoras têm feito sucesso. Estamos lançando o ventilador com repelência líquida. Será o produto mais inovador na linha de climatização. O ventilador terá o repelente líquido inserido em sua base, ao ligar o aparelho, o repelente evapora, sobe até a hélice, que irá projetar o repelente a uma distância de até doze metros. As novidades não param de surgir.

O hábito de consumo do brasileiro tem mudado. Hoje, as pessoas costumam comparar os preços dos produtos pelo computador ou smartphone. Depois experimentam na loja, e muitas acabam finalizando a compra pela internet. O futuro do varejo será a experiência combinada?
Sem dúvida alguma. Atualmente, o e-commerce representa 16% do nosso negócio e vem crescendo. O Brasil é um País que tem aproximadamente mais de 20 mil lojas que oferecem os nossos produtos, seja numa grande varejista de eletromóveis, supermercado, hipermercado, home center, lojas de presentes entre outros. O hipermercado e supermercado são canais ao qual as pessoas precisam ir semanalmente para comprar seus alimentos etc., e hoje quase todos possuem um setor de eletroportáteis. Existe a tendência de o consumidor adquirir esses produtos numa loja física porque são leves, pequenos e são retirados na própria loja, é praticamente uma compra por impulso. Já na internet é algo mais planejado. O eletroportátil é de compra por impulso, você passa, observa se tem necessidade e compra. Isso acontece muito mais na loja física. O canal internet e loja física se complementam. As próprias lojas estão se modernizando, ainda mais agora em que alguns sites estão possibilitando que o cliente compre pela internet e retire na loja mais próxima. A questão da internet é que a maioria das empresas de e-commerce não estão conseguindo ser lucrativas, porque principalmente no Brasil o custo logístico ainda é muito alto.

Qual o público-alvo da marca?
Nosso público-alvo não é o A, B, C, ou D. É a classe G, de gente. Nossa marca oferece por exemplo liquidificadores de 80 até 200 reais. Trabalhamos para ter produtos que atendam o maior número de clientes. O esforço é geral; se chove em uma região, o sol abre em outra. Procuramos ter uma visão horizontal, trabalhando em todas as regiões, atendendo a todos os nichos, para ter uma empresa bem consolidada e sustentável. Isso dá trabalho, mas compensa. Nosso propósito consiste em ter uma linha de produtos bem posicionada, com excelência no design e melhor relação custo/benefício. Sempre buscamos estar muito próximos do cliente para acompanhar suas necessidades. Nosso pós-venda funciona. Se ligar para o SAC da Mondial, você será atendido, inclusive aos sábados. Temos cobertura de 70 horas por semana, a maior do Brasil, além de uma rede com mais de mil postos que disponibilizam assistência técnica. Somos uma marca classificada pelo Reclame Aqui como RA1000 e recentemente conquistamos, pelos votos dos consumidores, o terceiro lugar no segmento como a empresa considerada destaque em serviços prestados ao consumidor final.

No que diz respeito à exportação, onde estão as melhores oportunidades comerciais atualmente?
Começamos um trabalho focado de exportação nos últimos quatro anos. Hoje, marcamos presença em vários países. Temos escritório na Espanha, estamos organizando nossa participação nos Emirados Árabes, África do Sul e Europa. Já vendemos na Espanha e Portugal. Na América Latina, estamos no Paraguai, Argentina, Uruguai, Bolívia, Colômbia, Panamá e Costa Rica. Nos Estados Unidos, que é um mercado extremamente competitivo, temos um distribuidor na Flórida. Temos mais de cinquenta funcionários na China que trabalham no desenvolvimento de produtos e componentes. A maioria dos artigos é oriunda de fabricação nacional, no entanto, a China tem uma grande participação. No resto do mundo existem poucas fábricas de eletroportáteis. Nos Estados Unidos, praticamente não existem mais fábricas desse segmento. Nosso objetivo é expandir cada vez mais os nossos produtos no Brasil e também para os demais mercados mundiais.

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