Articulista
Luiz Marins
Empreendedorismo
Luiz Marins
Antropólogo, consultor de empresas, escritor e apresentador de TV
14/12/2018
Quem tem medo de 2019?

Todos os prognósticos apontam para 2019 como um ano de mudanças positivas para o Brasil. O índice de confiança dos empresários dos três setores da economia - agronegócio, indústria, e comércio e serviços está em níveis elevados. As empresas começam a tirar seus projetos de investimento das gavetas com grande esperança de poder executá-los a partir de agora. Tenho tido contato semanal com investidores externos que, igualmente, demonstram uma expectativa positiva em relação ao Brasil.

Assim, terá medo de 2019 o empresário, o colaborador, o brasileiro que não conseguem e não querem ver que o Brasil mudou, o mercado mudou, o cliente mudou, enfim que o Brasil está diferente e volta seus olhares para o futuro, para grandes parcerias internacionais.

Terão medo de 2019 aqueles que insistirem em ver somente a parte vazia do cálice chamado Brasil e não se aprofundarem em nossas vantagens estratégicas comparativas em relação às regiões e países com os quais competimos.

Terão medo de 2019 aqueles que não entenderam que os novos tempos são de frugalidade, de simplicidade, de preços mais justos, de ter pessoas excelentes e comprometidas que façam a diferença. Terão medo de 2019 os que insistirem em agir de forma antiquada em relação ao mercado e lamentarem, em vez de melhorarem a qualidade, a prestação de serviços, e entregarem o que prometerem. Esses não sobreviverão aos novos tempos.

Terão medo de 2019 aqueles que pensarem já saber tudo e pararem de estudar, de aprender novas tecnologias, de fazer novos cursos e se aperfeiçoar.

Terão medo aqueles que ficarem discutindo política, em vez de cuidarem do seu negócio, das coisas concretas e essenciais para o seu sucesso.

Enfim, terão medo de 2019 os mesmos, os reclamões, os sem coragem de mudar, de aceitar o novo, de ser e de fazer diferente.

Pense nisso:
• tenha você votado ou não nos candidatos eleitos em 2018, lembre-se que serão eles os nossos governantes e que agora não podemos desejar o fracasso dos eleitos e trabalhar nesse sentido, pois o fracasso deles será o nosso como povo e nação;
• como cidadãos, temos o direito e o dever de manifestar nossa livre opinião, protestar e participar para que os eleitos cumpram o que prometeram, para que sejam honestos, combatam a corrupção, sejam leais, competentes e que trabalhem duro para o País;
• mas não devemos nos esquecer de que nenhum governante fará por nós aquilo que só nós poderemos fazer. Assim, não devemos cair na ingenuidade de apenas esperar e aguardar soluções e não fazermos tudo o que estiver ao nosso alcance para sermos os protagonistas de nosso próprio sucesso.

Feliz 2019!

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