SOCIAL
27/08/2018    Por João Felipe Cândido
Experiência extraordinária
“Quando conhecemos a África de perto, aprendemos a valorizar tudo o que temos”
foto: Arquivo pessoal

Fascinado por inglês desde pequeno, o estudante de Direito Lucas Frugoli Maia sempre desejou morar em outro país. Prestes a iniciar o Ensino Médio, deixou a casa da família em Alphaville rumo à Europa, para estudar na tradicional The American School in Switzerland (TASIS), famoso colégio americano na Suíça que figura entre as escolas mais caras e conceituadas do planeta. Lá, afirma ter vivenciado um dos melhores momentos de sua vida. Durante as férias de verão, acompanhado por professores e alunos, participou, por dois anos consecutivos, de uma viagem humanitária na África.

O propósito era bem definido: os estudantes precisariam colocar a mão na massa e ajudar as comunidades a desenvolver projetos ligados à educação, arte e construção de casas. O trabalho desenvolvido por Lucas e seus colegas precisaria impactar positivamente a vida daquelas pessoas, mesmo diante das dificuldades diárias de uma das regiões mais remotas da África, com calor de quarenta graus e escassez de água e alimentos. “Passamos pelas cidades de Livingstone e Mwandi. A população é extremamente amigável e principalmente carente de atenção. Gostaria muito de poder voltar um dia”, revela o jovem.

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